(imagem google)
O
abajur
Pouco
de luz
afasta
o breu
Há
sombras
dançantes
na
parede
Há
solidão
aquém
do teto
E a
quietude
se
desfaz
no
bailar
do
inseto
encandeado
Os
olhos
da
insônia
se
movem
de
asas
No
encontro
da
luz
se
distraem
se
acalmam
e se
fecham
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